"A COOPERAÇÃO COMO MECANISMO DE EVOLUÇÃO".
Este foi o título da Lição dos ilustres professores da Escola Superior de Tecnologia de Viseu, Romeu António Videira e Joaquim Duarte Barroca Delgado nas Comemorações do dia do ISPV.
Esta abordagem científica surpreendeu-me uma vez que se aplica a todas as àreas do conhecimento, apesar de ter sido apresentada nesse dia por um bio-físico. A sua principal ideia é a de que, no início de tudo, do próprio sistema solar, só houve evolução porque os átomos, as moléculas e mais tarde os seres procariotas cooperaram entre si, apesar de muitas vezes estarem em confronto directo. Esta cooperação permitiu muitas vezes a continuidades dos seres e a criação de outros através de simbioses e outros processos semelhante. Espera-se portanto que este princípio seja aplicado em todas as situações a todo o momento, sobretudo quando se visa por termo a situações problemáticas. Hoje lembro especialmente estas palavras porque inacreditavelmente me tenho deparado com situações de não cooperação no trabalho. Quando surge a possibilidade da mesma ser feita, a resposta é surpreendente: "Eu trabalhei sempre sozinho, portanto agora também posso continuar a trabalhar dessa forma, logo não preciso de ti." Esta negação de cooperação até poderia ser considerada normal se se tratasse de uma intromissão ao que estava a ser realizado, o que não é o caso. Apenas a certeza de que o que está a ser feito poderia ser imensamente enriquecido e melhorado. Obviamente que os resultados se reflectiriam no desenvolvimento das crianças. Mas enfim... Pois bem. Assim seja. Menos um ser humano que evolui. Mas não é por isso que desisto, portanto: Há por aí alguém que queira evoluir?
Esta abordagem científica surpreendeu-me uma vez que se aplica a todas as àreas do conhecimento, apesar de ter sido apresentada nesse dia por um bio-físico. A sua principal ideia é a de que, no início de tudo, do próprio sistema solar, só houve evolução porque os átomos, as moléculas e mais tarde os seres procariotas cooperaram entre si, apesar de muitas vezes estarem em confronto directo. Esta cooperação permitiu muitas vezes a continuidades dos seres e a criação de outros através de simbioses e outros processos semelhante. Espera-se portanto que este princípio seja aplicado em todas as situações a todo o momento, sobretudo quando se visa por termo a situações problemáticas. Hoje lembro especialmente estas palavras porque inacreditavelmente me tenho deparado com situações de não cooperação no trabalho. Quando surge a possibilidade da mesma ser feita, a resposta é surpreendente: "Eu trabalhei sempre sozinho, portanto agora também posso continuar a trabalhar dessa forma, logo não preciso de ti." Esta negação de cooperação até poderia ser considerada normal se se tratasse de uma intromissão ao que estava a ser realizado, o que não é o caso. Apenas a certeza de que o que está a ser feito poderia ser imensamente enriquecido e melhorado. Obviamente que os resultados se reflectiriam no desenvolvimento das crianças. Mas enfim... Pois bem. Assim seja. Menos um ser humano que evolui. Mas não é por isso que desisto, portanto: Há por aí alguém que queira evoluir?


1 Comentários:
Às 02 Janeiro, 2007 ,
Maria disse...
estranhamente nas áreas em que a cooperação é mais fácil porque se projecta directamente sobre o que fazemos, parece ser mais difícil de implementar... apetece-me ser imensamente cínica e dizer bem-vinda ao mundo profissional, mas prefiro deixar a esperança, que no meu caso se concretiza de tempos em tempos, de que é possível encontrarmos colegas que se apercebam do valor imenso que é trabalhar em conjunto para um fim que é/deve ser comum.
beijos e parabéns, outra vez mas aqui de forma mais permanente!
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